Trajetória e atuação profissional
Sou engenheira agrônoma formada na UFV, com mestrado em Fitopatologia pela UFV e Doutorado no Departamento de Genética e Melhoramento de Plantas da Esalq. Trabalhei como gerente de laboratório na empresa GeneScan do Brasil no período de 2001 a 2003 e trabalho como auditora fiscal federal agropecuária no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) desde 2007.
Fale um pouco sobre suas atribuições
No Mapa trabalho principalmente no setor de biossegurança de organismos geneticamente modificados (OGMs) e biotecnologia. Nessa área sempre atuei em fiscalização, auditoria, regulamentação e representação do Mapa em fóruns nacionais e internacionais sobre o tema. Com relação a atual designação para a posição de adido agrícola no Canadá, a função tem como principal foco a promoção comercial e a abertura de mercados para o agronegócio brasileiro, contribuindo para ampliar e diversificar a participação do setor agrícola na pauta de exportações brasileiras.
Quais os principais desafios desse setor?
Profissionalizar as cadeias produtivas de diversos produtos agrícolas de forma a agregar valor ao produto e capacitar o produtor para exportar.
Divulgar no exterior a imagem do agronegócio brasileiro como uma atividade que é ao mesmo tempo responsável pela segurança alimentar mundial e pela contribuição à preservação das florestas dentro das propriedades rurais.
Que tipo de profissional esse mercado espera?
Um profissional que possua resiliência e capacidade de se adaptar aos desafios no exercício da profissão no exterior.
Texto: Letícia Santin | Estagiária de Jornalismo
Revisão: Caio Albuquerque
25/01/2019